Consolidação Urbana: Café, Ferrovia e Epidemia
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No século XIX, Campinas tornou-se a maior produtora de café do mundo. A riqueza financiou teatros, palacetes e a Companhia Paulista de Estradas de Ferro (1872).
Em 1889, a cidade enfrentou uma grave epidemia de febre amarela, que forçou parte da elite a fugir e impulsionou a modernização sanitária da cidade. O Instituto Agronômico de Campinas (IAC), dedicado à pesquisa cafeeira, já existia desde 1887 — dois anos antes da epidemia.
Correção nesta revisão: a versão anterior desta seção afirmava que a epidemia de 1889 "impulsionou a criação do IAC" — cronologicamente impossível, já que o IAC foi fundado em 1887, antes da epidemia. Os dois fatos são reais e ficam registrados, mas sem o vínculo causal inventado entre eles.
Nota sobre as fontes
As citações desta seção (IAC, Eisenberg, Centro de Memória Unicamp) são herdadas da versão anterior e não foram re-verificadas com acesso direto às fontes nesta pesquisa. O conteúdo é consistente com a historiografia amplamente aceita sobre o ciclo do café em Campinas, mas recomendamos checagem antes de tratar os detalhes finos (datas exatas, números) como definitivos.