Povoamento e Formação
🌿 Em desenvolvimento · Modelo: migração do index.html antigo (revisão jul/2026) · Rodada SCOUT T9 em 2026-07-25
A origem "moderna" de Campinas surge com o Caminho dos Goiases (1721–1730), rota de tropeiros rumo às minas de Goiás; o pouso que se formou ali era conhecido como "Campinas do Mato Grosso".
Francisco Barreto Leme do Prado (1704–1782), bandeirante nascido na região de Taubaté (alguns historiadores apontam Caçapava Velha), transferiu-se para o local e, em 27 de maio de 1774, assinou o ato que o designava "fundador, administrador e diretor" do núcleo urbano. Em 14 de julho de 1774, os moradores conseguiram a elevação do arraial a Freguesia de Nossa Senhora da Conceição de Campinas — data ainda comemorada como aniversário da cidade. Barreto Leme doou o terreno da primeira igreja (Matriz Velha, obra iniciada em 22/09/1773, inaugurada em 25/07/1781, onde hoje é a Rua Luzitana). A vila viria a se chamar São Carlos em 1797, e Campinas seria elevada a cidade em 1842.
O primeiro grande ciclo econômico foi o da cana-de-açúcar, que trouxe as primeiras grandes fortunas e, com elas, o regime de escravidão em larga escala.
Divergência entre fontes
Um resumo em inglês da Wikipedia (a partir do artigo "Francisco Barreto Leme do Prado") situa em 1773 o reconhecimento inicial do arraial como freguesia (com 51 famílias e 854 moradores), enquanto as fontes brasileiras consultadas (Hora Campinas, EMDEC) datam a assinatura do ato fundacional e a elevação a freguesia em 1774. Mantivemos 1774 por ser a data comemorada oficialmente e reforçada por duas fontes independentes, mas registramos a divergência em vez de escondê-la. As citações herdadas da versão anterior sobre o ciclo do açúcar (Pupo, Lapa) não foram re-verificadas nesta pesquisa — permanecem como estavam, sem confirmação nova.